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sábado, 12 de outubro de 2013

De Portugal


"Há nos confins da Ibéria um povo que nem se governa nem se deixa governar."
 Júlio César



E já se falava desta forma há mais de 2.000 anos deste nosso país.
 Porque será que não fico admirada?



sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Dos Nomes . . .e Suas Importâncias ! ?




(Com um friozinho na espinha, admito . . .  Pode soar tão especial e único ! 
Ui !)

Afinal, qual a importância do nome?

Para alguns grandes pensadores será:


"Nada deveria receber um nome, por medo que esse mesmo nome o transforme." 

(Virginia Woolf)


"O nome é em certo sentido a própria coisa; dar nome às coisas é conhecê-las e apropriar-se delas; a denominação é o ato da posse espiritual." 
(Miguel de Unamuno)

"Perder nosso nome é como perder nossa sombra; ser somente nosso nome é reduzirmo-nos a ser sombra." 
Octavio Paz)

"Hoje em dia, os nomes já não possuem significado. O que importa são os números: o número da conta, da identidade, do passaporte. São eles que contam." 
(José Saramago)

"Há pessoas que se deixam levar mais pelos nomes das coisas que pelas próprias coisas."
(Erasmo de Rotterdam)


"Conheces o nome que te deram, não conheces o nome que tens." 

(José Saramago)




Eu encontro-me em modo:





sábado, 21 de setembro de 2013

Porquê ?



Procuro a palavra adequada, 
porém nem as letras me visitam.

Quero encarreirar frases,
contudo não encontro caminho.

Aguardo o sinal de pontuação acertado,
todavia  a escrita não tem expressão.

Ensaio sílabas rimadas,
mas a poesia não me quer.

Então, tendo a dúvida por conselheira,
escalo montanhas de pressentimentos,
deixo cair o lápis e pergunto-me:
- 'Porquê?'


segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Aprender


O seguidor nº 500 que se acuse.
Satisfarei um desejo (exequível) da minha preciosidade.

Ok, Mar, Adorei que fosses tu, faz todo o sentido.
Depois falamos!

Li por aí, na Blogosfera, uma pergunta que me pôs a pensar.

" Que gostarias de aprender a fazer?"

A resposta que me parecia fácil . . .  não o é
Primeiro, há tanto para aprender. 
A minha ignorância cresce a cada dia como é natural.

Aprender? Aprender mesmo?

* A conhecer-me por inteira.
*Conseguir ultrapassar fragilidades.
*Gerir melhor o tempo que me é oferecido pela vida.
*A ser paciente.
*A deixar fluir sem preocupações.
*A desapegar-me sabendo distrinçar importâncias.
*Gostava de aprender a viver em paz . . . é tudo.

O que resta é banal . . . aprende-se . . . se houver motivação e meios.




sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Do ridículo à piroseira.



Hoje deixo, tão somente, uma pergunta:

Existe piroseira no Amor?




domingo, 1 de setembro de 2013

Perdida


Perdi-me em letras solitárias,
sem fazerem sentido nas palavras  esperadas.

Desapareci em sonhos quiméricos,
ilusões desvanecidas na crueza da realidade.

Fui engolida em indiferença,
fantasma disforme na aparência de anjo.

Escondi-me em tempos,
desconhecendo o meu paradeiro.

Afinal, onde estou?


domingo, 25 de agosto de 2013

A que sabes ?



A Que Sabes Tu?

A olhar guloso observando para lá da realidade.

A almoço a dois de menu compartilhado.

A palavras disfarçadas de sensatez.

A pele macia que provoca arrepios.

A palmadas amorosas no calor da paixão.

A beijos de língua curiosa.

A fluidos só meus, presentes teus.

Ao vigor da tua masculinidade em minhas mãos.

A explorações prazenteiras do proibido.

A silêncios sussurrados em gemidos incontroláveis.

A mãos entrelaçadas em cumplicidades descomprometidas.

Ao agarrar-me em desfalecimentos de êxtase.

A voz que tranquiliza no rebuliço do trivial.

A corpo que toma vida no querer.

A ternura do abraço no cansaço do amor.

A saliva que reveste montes e vales.

A ousadia que me diverte e ensina.

A carinho mascarado de fantasias eróticas.

A desejos sem prazo.


terça-feira, 20 de agosto de 2013

Meu bem . . . ?



Sou prisioneira embargada em tímidas correntes.
Com tempo
desenho uma janela no cárcere clandestino.
Pela fresta, o exterior acena-me.

Privada do meu bem precioso,
isolo a chave-mestra,
de acesso exclusivo.

Venço a indolência insinuante
e descerro a fechadura.

Percorro caminhos forasteiros,
não encontrando casa.

No desalento do acaso 
pergunto-me se a chave não terá sido prisão maior (?).

Perdida em anarquia instalada,
inútil o chaveiro em demanda esquiva.

Meu bem . . . onde estás?



segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Presa na Caixa !



Se abrir a minha caixa de confissões, 
ouvirás?

Quero denunciar o meu medo,
declarar-me perdida.

Expôr meus segredos.
Saberás decifrá-los?

E se me esvaziar nesta revelação,
saberás encontrar-me?

Aceito destrancar fragilidades,
vulnerabilidades escondidas.

Sou invísível, 
no tempo sobrevivente
a lágrimas secas,
 no vento indiferente.

Tenho medo!

Tremo nos sorrisos perfumados,
receio ternuras adocicadas em mel de prazer.

Alenta-me em resposta que anseio.

Ouvirás?


sábado, 17 de agosto de 2013

sábado, 3 de agosto de 2013

Flores e Loucuras


Que seria de nós sem flores e loucuras intemporais?



terça-feira, 30 de julho de 2013

No Amor


Porque me chamas de amor
se sabes que morro no som de cada letra?

Porque me dás amor
se conheces a minha dependência doentia?

Porque me fazes amor
se tens a noção do meu desfalecimento?

Porque me salpicas de amor,
em gotas que escorrem do teu toque, se me afogas?

Porque me silencias em beijos de amor
se sabes que me é premente falar outras linguagens?

Toma-me como teu amor
na inteireza de mim.

Nada deixes de fora
na ânsia do amor.



quinta-feira, 25 de julho de 2013

Homens !

"Historicamente os homens não sabiam o que as mulheres queriam dele.
Hoje são as mulheres que não sabem aquilo de que os homens precisam"

(Autor -  Céu e Silva , João Fonte: Notícias Magazine (DN) / 20031019)

Que a maioria dos homens andem perdidos no que as mulheres gostam ou pretendem deles parece-me facto histórico.
Ainda nos dias de hoje se continuam a vender-se  manuais como comprender o Universo feminino.

Valem-nos os homens que atingiram a iluminação.
E no final, somos tão fáceis de entender.
Basta poder de observação e sensibilidade.

Bem hajam os homens que se dedicam com sucesso às suas irmãs de espécie.
Nem livros são necessários.

A matéria está toda no dia-a-dia, em qualquer relação homem/mulher mesmo entre desconhecidos.
A tal linguagem corporal, os sinais estão todos lá. 
Basta  sair de si.
Tudo pode conter fonte de informação e conhecimento.

O que me deixou pensativa foi a segunda afirmação do João Fonte.

Então, as mulheres andam distraídas, demasiado ocupadas?
Não sabem aquilo que os homens precisam?
Sempre souberam, na grande maioria dos casos.

Qual foi a alteração?

Homens blogosféricos, elucidem-me: afinal quais são as vossas verdadeiras necessidades?
E, as meninas sabem ou já se esqueceram?



domingo, 21 de julho de 2013

A que sabem os meus lábios?


Às vezes com travo de saudade,
outras de doce paladar sonhador.

Os meus lábios sabem à ternura
com que os procuras.

Temperados de desejo são festim apetecido,
banquete interminável de beijos devoradores.

Na surpresa, são goluseimas infantis
lambuzadas de tutti-frutti.

A maioria das vezes sabem, tão somente, a Mim !






sexta-feira, 5 de julho de 2013

Na Dúvida !



Existo na balança vertiginosa da dúvida. 

A insegurança confidencia-me interrogações.

Consomem-me inquietações esfaimadas.

Naufraga de ti não sei de mim.

No caldeirão de todas as emoções cozinho-me.

Apurada, encontrando ilha-refúgio, pergunto-me

se ainda gostas de mim !






sábado, 22 de junho de 2013

Equilíbrio


O segredo estará no equilíbrio?



quinta-feira, 16 de maio de 2013

A casa dos Afetos


Comecei a construção da minha casa pelo telhado.
Nela empreguei todo o Amor disponível na cobertura.
As paredes de ternura foram cimentadas na solidariedade.
Nas estruturas o otimismo solificou-se em personalidade tolerante.
A compaixão espelhou-se nos vidros transparentes da paixão.
As janelas desenhadas na simpatia distribuiam sorrisos.
Pelas portas, a madeira da amizade robustoceu  entradas francas.
Pintei-a nas cores da esperança e perfumei-a de meiguice.
Os acabamentos de sonho perdiam-se em afetos múltiplos,
de todas as espécies.

Já me visitaste? Na casa nova ?

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