domingo, 4 de agosto de 2013

À Espera . . .

 
Aguardo-te em simplicidade aparentemente calma. 
Tardas e a impaciência vai sentando-se a meu lado.
Há tanto que  existes somente no meu pensar.
Simulo tranquilidade em poses descansadas.

Apressa-te.

Estou no limite do controle.
Preciso de te ver, beijar, tocar, sentir-te de todas as formas.
O meu ser já não não comporta o desejo que emana por todos os poros.
A paixão consome-me em delírios que me embriagam.

Vem !

Os meus lábios secaram na ausência da tua boca húmida.
Tremo de vontade frenética, desassosego louco.
As minhas coxas anseiam pelo entrelaçar das tuas em bailado cuja melodia não me sai da cabeça.
O doce salgado do teu suor é equilibrio fisiólogico no meu ventre.
 És-me vital como água, alimento necessário. 
Esperando, sonho com o saboroso crescendo em que nos tornamos, eu em ti e tu em mim.

Não te detenhas!

Despe-me a alma e chama-me de querida em linguagem de alfabeto lascivo.





8 comentários:

emanuel disse...

Sempre exuberante e apaixonante nas palavras que escreve ,adorei beijinhos

mmm´s disse...

Uma "espera" a prometer ousadia e paixão...

Francisco disse...

Muito bom :)

Beijinhos grandes

Cidália Ferreira disse...

Pois a espera...
Gostei de ler. parabéns..

beijinho
http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

Cláudia disse...

Muito bom =)

Beijocas

Marafada Doce disse...

:)
Cada vez que cá veno tenho vontade de deixar recadinhos ao meu amor com as coisas que leio aqui!
:)
Adoro!
Fico inspirada!
:)

Arco Iris disse...

Sempre apaixonante tudo o que escreves
Bjs
:)

Mona Lisa disse...

Escaldante!

O amor sem ousadia acaba em monotonia...

Beijinhos.