Em Tara Road (filme mais antigo, de 2005, os anteriores são deste ano) a dor no feminino, o Amor (outra vez), ou a ausência dele.
Com esta semi-maratona cinéfila podem perguntar: '- Tu, não tens mais nada para fazer, Pérolazita?'
Bem, ter, ter, até tenho.
Quem não tem?
Há sempre a hipótese da escolha, não é?
Porém, tem dias, fases, momentos.
Dizem que é a vida.
Por muitos livros que leia, filmes que veja ou horas desperdiçadas em pensamentos labirínticos chego sempre a um beco onde sinto que as questões da humanidade são as mesmas:
agora,
na Idade Média
ou no Crescente Fértil.
Apesar das condicionantes sociais ou outras, o Homem sempre buscou (e continua em demanda d') a Felicidade.
Seja ela o que acontece quando estamos demasiado ocupados ou distraídos ou simplesmente agarrada com unhas e dentes pelos sensatos e sábios, a verdade é que o Amor está sempre lá, indispensável à Vida, crucial e enigmático como só ele sabe ( e pode ) ser.
O Google tem destas coisas boas: relembra pessoas, factos, enfim História que deve ser reconhecida ou aprendida.
Quanto a mim, agradeço a possibilidade de saber desta pensadora fascinante. Possui ideias que me fazem refletir, filosofias a explorar.
Fiquei fã!
E tu? Já a conhecias?
Escravo de Si Mesmo
"A suposição de que a identidade de uma pessoa transcende, em grandeza e importância, tudo o que ela possa fazer ou produzir é um elemento indispensável da dignidade humana. (...) Só os vulgares consentirão em atribuir a sua dignidade ao que fizeram; em virtude dessa condescendência serão «escravos e prisioneiros» das suas próprias faculdades e descobrirão, caso lhes reste algo mais que mera vaidade estulta, que ser escravo e prisioneiro de si mesmo é tão ou mais amargo e humilhante que ser escravo de outrem. "
"Não me sinto mudar. Ontem eu era o mesmo. O tempo passa lento sobre os meus entusiasmos cada dia mais raros são os meus cepticismos, nunca fui vítima sequer de um pequeno orgasmo
mental que derrubasse a canção dos meus dias que rompesse as minhas dúvidas que apagasse o meu nome. Não mudei. É um pouco mais de melancolia, um pouco de tédio que me deram os homens.
Não mudei. Não mudo. O meu pai está muito velho.
As roseiras florescem, as mulheres partem cada dia há mais meninas para cada conselho para cada cansaço para cada bondade.
Por isso continuo o mesmo. Nas sepulturas antigas os vermes raivosos desfazem a dor, todos os homens pedem de mais para amanhã eu não peço nada nem um pouco de mundo.
Mas num dia amargo, num dia distante sentirei a raiva de não estender as mãos de não erguer as asas da renovação.
Será talvez um pouco mais de melancolia mas na certeza da crise tardia farei uma primavera para o meu coração."
"Páscoa Cristã é a festividade mais importante para a religião cristã. Páscoa significa passagem e tem origem no termo hebraico Pessach. O "Domingo de Páscoa" celebra a Ressurreição de Jesus Cristo. A data é comemorada após a primeira lua cheia que ocorre no início da primavera, no hemisfério Norte. A data é sempre entre os dias 22 de março e 25 de abril.
Durante os 40 dias que precedem a Semana Santa e a Páscoa - período conhecido como Quaresma - os cristãos se dedicam à penitência para lembrar os 40 dias passados por Jesus no deserto e os sofrimentos que ele suportou na cruz. A Semana Santa começa com o Domingo de Ramos, que lembra a entrada de Jesus em Jerusalém - ocasião em que as pessoas cobriam a estrada com folhas da palmeira, para comemorar sua chegada. A Sexta Feira Santa, é o dia em que os cristãos celebram a morte de Jesus na cruz. O Domingo de Páscoa celebra a Ressurreição de Jesus e sua primeira aparição entre seus discípulos.
A Páscoa já era comemorada antes da época de Jesus Cristo. Tratava-se da comemoração do povo judeu por terem sido libertados da escravidão no Egito, que durou cerca de 400 anos. Segundo a Bíblia o próprio Jesus participou de várias celebrações pascoais, quando tinha doze anos foi levado pela primeira vez pelos seus pais José e Maria para comemorar a Páscoa, tendo participado sempre, nos anos seguintes. A mais famosa participação relatada na bíblia foi a "Última Ceia" onde Jesus participou da comunhão do corpo e do sangue, simbolizados pelo pão e pelo vinho."
A Magda fez um 'post' sobre uma iniciativa da revista Máxima tendo como tema a igualdade entre géneros.
"A Revista Máxima desafiou 100 homens a calçar sapatos de salto alto sem preconceito - um passo pela igualdade. Este projecto têm como objectivo alertar para as desigualdades de género, as diferentes questões e reacções que ainda nós deparamos perante uma sociedade e no mundo. Entre este projecto estão questões relacionadas como: a violência doméstica, as desigualdades perante o mercado de trabalho, o peso da contracepção que apenas é colocado em cima dos ombros das mulheres entre outros escândalos."
Ficam, pois, algumas fotografias, que considero interessantes, à cerca de colocar os homens em stilleto:
Esta história da 'igualdade' é poço sem fim e coisa de argumentos para todos os gostos.
Para mim, não há igualdade, ponto final, parágrafo.
Somos diferentes e ainda bem, acrescento com vontade.
Como costumo dizer: ' a diferença enriquece-nos'.
Porém, deixam-me de cabelos em pé injustiças e tratamentos diferenciadores baseados no sexo.
Apesar de diferentes, somos, essencialmente, todos pessoas, com os mesmos direitos e deveres.
Este tipo de campanha, ao trazer a diferenciação pelos sapatos é apelativa e talvez faça sentido.
Mas, mudará algo?
(é engraçado de constatar que se fossem mulheres a usarem calçado masculino (quase) não haveria impacto.
A origem da tradição de se dar presentes no Natal surgiu relacionada com os presentes que os reis magos levaram para o menino Jesus.
Baltazar, Belchior e Gaspar levaram ouro, mirra e incenso para Jesus.
O ouro simbolizava as riquezas da realeza e a proteção de Deus; a mirra em óleo foi ofertada para fazer a limpeza do corpo de Jesus e protegê-lo de doenças; o incenso foi levado para dar proteção através da crença, da fé e da oração.
Além de a história relatar sobre os três reis magos, existe a história de um bispo que levava presentes para crianças de famílias carentes, e também atirava saquinhos de moedas pelas chaminés de suas casas.
Este bispo era são Nicolau, que viveu no século IV, sendo homenageado com um dia especial, o dia de São Nicolau.
Com o passar dos anos, a tradição de se presentear foi se difundindo pelo mundo, mas hoje em dia é muito maior, em função do consumismo que a vida moderna oferece.
P.S. E vocês? Qual o presente preferido deste Natal?
A celebração do Natal de Jesus foi instituída oficialmente pelo Papa Libério, no ano 354 d.C.
Segundo estudos, a data de 25 de dezembro não é a data REAL do nascimento de Jesus.
A Igreja entendeu que devia cristianizar as festividades pagãs que os vários povos celebravam por altura do solstício de Inverno.
Portanto, segundo certos eruditos, o dia 25 de dezembro foi adotado para que a data coincidisse com a festividade romana dedicada ao "nascimento do Deus Sol invencível", que comemorava o solstício do Inverno.
No Mundo romano, a Saturnália, festividade em honra ao Deus Saturno, era comemorada de 17 a 22 de dezembro; era um período de alegria e troca de presentes.
O dia 25 de dezembro era tido também como o do nascimento do misterioso Deus persa Mitra, o Sol da Virtude.
Assim, em vez de proibir as festividades pagãs, forneceu-lhes simbolismos cristãos e uma nova linguagem cristã.
As evidências confirmam que, num esforço de converter pagãos, os líderes religiosos adotaram a festa que era celebrada pelos romanos, o "nascimento do Deus sol invencível" (Natalis Invistis Solis), e tentaram fazê-la parecer “cristã”.
Para certas correntes místicas como o Gnosticismo, a data é perfeitamente adequada para simbolizar o Natal, por considerarem que o sol é a morada do Cristo Cósmico.
Segundo esse princípio, em tese, o Natal do hemisfério sul deveria ser celebrado em junho.
Há muito tempo se sabe que o Natal tem raízes pagãs. Por causa de sua origem não-bíblica, no século XVII essa festividade foi proibida na Inglaterra e em algumas colónias americanas. Quem ficasse em casa e não fosse trabalhar no dia de Natal era multado.
Mas os velhos costumes logo voltaram, e alguns novos foram acrescentados.
O Natal voltou a ser um grande feriado religioso, e ainda é em muitos países.
É um facto que as cores têm uma grande influência psicológica sobre o ser humano. Existem cores que se apresentam como estimulantes, alegres, optimistas, outras serenas e tranquilas, entre outros.
Assim, quando o Homem tomou consciência desta realidade, aprendeu a usar as cores como estímulos para encontrar determinadas respostas e, a cor que durante muito tempo só teve finalidades estéticas, passou a ter também finalidades e funcionalidades práticas.
É possível pois, compreender a simbologia das cores e através delas dar e receber informações.
Vejamos alguns exemplos de cores e sua simbologia:
O preto está associado à ideia de morte, luto ou terror, no entanto também se liga ao mistério e à fantasia, sendo hoje em dia uma cor com valor de uma certa sofisticação e luxo. Significa também dignidade.
O branco associa-se à ideia de paz, de calma, de pureza. Também está associado ao frio e à limpeza. Significa inocência e pureza.
O cinzento pode simbolizar o medo ou a depressão, mas é também uma cor que transmite estabilidade, sucesso e qualidade.
O Bege é uma cor que transmite calma e passividade. Está associada à melancolia e ao clássico.
O Vermelho é a cor da paixão e do sentimento. Simboliza o amor, o desejo, mas também simboliza o orgulho, a violência, a agressividade ou o poder.
O Vermelho escuro significa elegância, requinte e liderança.
O Verde significa vigor, juventude, frescor, esperança e calma.
O Verde-escuro está associado ao masculino, lembra grandeza, como um oceano. É uma cor que simboliza tudo o que é viril.
O Verde-claro significa contentamento e protecção.
O Laranja é uma cor quente, tal como o amarelo e o vermelho. É pois uma cor activa que, significa movimento e espontaneidade.
O Laranja é uma cor quente, tal como o amarelo e o vermelho. É pois uma cor activa que, significa movimento e espontaneidade.
O Azul é a cor do céu, do espírito e do pensamento. Simboliza a lealdade, a fidelidade, a personalidade e subtileza. Simboliza também o ideal e o sonho. É a mais fria das cores frias.
O Azul-escuro, é considerada uma cor romântica, talvez porque lembre a cor do mar, no entanto é uma cor que se associa a uma certa falta de coragem ou monotonia.
O Azul claro significa tranquilidade, compreensão e frescura.
O Castanho é a cor da Terra. Esta cor significa maturidade, consciência e responsabilidade. Está ainda associada ao conforto, estabilidade, resistência e simplicidade.
O Roxo transmite a sensação de tristeza. Significa prosperidade, nobreza e respeito.
O Lilás, significa espiritualidade e intuição.
O Rosa significa beleza, saúde, sensualidade e também romantismo.
O Rosa claro está associado ao feminino. Remete para algo amoroso, carinhoso, terno, suave e ao mesmo tempo para uma certa fragilidade e delicadeza. Está ainda associado à compaixão.
O Salmão está associado à felicidade e à harmonia.
O prateado ou cor prata é uma cor associada ao moderno, às novas tecnologias, à novidade, à inovação.
O Dourado ou cor ouro está simbolicamente associado ao ouro e à riqueza, a algo majestoso.