E logo ponderei uma partilha.
Foram vários os pensamentos que me assolaram e decidi tentar pôr por escrito uma realidade tão polémica.
Devo frisar que, no meu dia-a-dia, sou alheada destas coisas das diferenças como orientações sexuais, raças, religiões.
Tenho as minhas (fracas) opiniões, mas respeito tudo e mais alguma coisa desde que não interfira com a minha individualidade (e integridade) ou dos outros.
Posto isto, comecei por procurar definição:
Reza assim a definição da popular enciclopédia Wikipédia:
"Homossexualidade, também chamada de homossexualismo (do grego antigo ὁμός (homos), igual + latim sexus = sexo), refere-se à característica ou qualidade de um ser (humano ou não) que sente atração física, estética e/ou emocional por outro ser do mesmo sexo ou género.
A homossexualidade é uma das quatro principais categorias de orientação sexual, juntamente com a bisexualidade, a heterossexualidade e a assexualidade, além de também ser registada em cerca de 5.000 espécies animais."
Já chega de 'ciência'.
Vivemos num mundo onde os opostos são constante: há o quente e o frio, o alto e o baixo, o amor e o ódio, o escuro e a luz . . . e por aí fora.
Claro que esta diferença, ou oposição é sempre relativa (em relação a), não absoluta. Algo pode ser sempre mais frio, mais amoroso, etc.
Tudo depende da unidade de medida usada, do sujeito que observa ou julga.
Afinal, é a tal subjectividade onde sempre caio.
Agora, a questão: serão o homem e a mulher passíveis de se integrar nesta dicotomia?
Serão opostos?
Penso que a diferença ninguém poderá negar.
Nisto tudo não residirá a complementaridade pela oposição?
E a existir a complementaridade, onde fica a necessidade de afeto romântico, sexual, emocional por pessoa ou animal do mesmo sexo?
Pois, este não é campo puramente humano, há outras espécies que o praticam.
Claro que o assunto é complexo e nem tenho a pretensão de o estudar.
Cresci a sentir-me atraída pelo género oposto. Creio que o mesmo se passará nas pessoas com todas as orientações sexuais: não se explicam por muito que se estudem.
A História mostra que a cultura pode influenciar positiva ou negativamente, mas a realidade é que sempre existiu.
Já divaguei.
Cheguei a parte nenhuma.
Em nada contribuí para a evolução pessoal ou humana.
Sou assim, dada a pensamentos desfiados, soltos, sem nexo, que conduzem, por sua vez, a outros pensares.
E . . . assim vivo, enredada nas diferenças onde me sinto meio perdida e me sou.
Valem-me os vossos comentários inteligentes, vestidos de outras realidades que me abrem horizontes.











