sábado, 14 de abril de 2012

Humor !


Sim! Eu sei que a Páscoa já passou.
Agora é altura de saborearmos os coelhinhos de chocolate.
 O Humor está relacionado com a nossa capacidade, única, de rirmos, sorrirmos e até gargalharmos.
À primeira vista parece fácil empreitada, mas constata-se que é bem mais fácil fazer chorar do que rir.
Porque será?
Humor negro à parte, e não falo do chocolate dessa espécie, a capacidade de rirmos, desde o triste sorriso amarelo até ao 'rebolarmos no chão' a chorar, perdidos de riso, tem fronteiras indefiníveis, imprecisas e sem medida,.
Gosto de humor, gosto de rir, faz bem à alma, mas é um exercício que preciso praticar mais.
Costumam dizer que não tenho sentido de humor, costumo retorquir que não percebem o meu humor.
Humor? Tão diversificado como o número de humanos.

Novo...

 
“Um novo dia vem nascendo.
Um novo sol vai raiar.
Parece a vida, rompendo em luz, e que nos convida a amar.”
Vinicius de Moraes



O novo!
O desconhecido!
Temido, quase sempre!
Urgente, sempre!

sexta-feira, 13 de abril de 2012

DIA MUNDIAL DO BEIJO

Então hoje é Dia Internacional do Beijo e ninguém me dizia nada?
Obrigado Minha realidade!
Que seria de mim sem o teu cantinho?
Eu sei que há dias para tudo!
Um disparate. Todos os dias são bons para festejar.
Mas, o Beijo, não pode passar sem ser relembrado nesta casa, não senhora.
Já 'postei' sobre tão lindo gesto.
Hoje não posso deixar passar o dia sem enviar um (multiplicado por infinito) muito especial para o meu grande amor.

<< Barba >>


 

 MENINAS!
Pssst! 
Minhas queridas do género feminino, 'aprocheguem-se' se fazem favor!
Solteiras, casadas, separadas, divorciadas, viúvas e outros estados civis, hoje a conversa é para nós, as mulheres.
Vamos abordar a temática dos predicados do género masculino. Como falar sobre tudo levaria 'décadas' e a um 'post' que mais pareceria uma enciclopédia, abordemos o tema capilar, mais particularmente a BARBA.
Sei que os gostos não se discutem, mas dialogam-se!
Tenho de emitir a minha opinião porque as minhas hormonas assim o exigem.
Uma face bem escanhoada, de pele perfumada e macia pode  ser muito atraente e convidativa.
Agora, minhas meninas, uma barba de alguns dias, apetecível de passar com a mão, com o nosso rosto e com o que a nossa imaginação permitir, é de uma atração de arrepiar.
Não! Não falo de arranhadelas ou peles em sofrimento.
Tão somente do sentir! Desperta o nosso sentido do tacto duma forma inesperada!
Sou sincera! Algumas tiram-me do sério!
Afinal não sou de ferro!
Uma mera Pérola, em construção, sensível, e muito.
Como o tema não é pacifico, contem-me  tudo, que vos apraz dizer sobre o assunto?
Para os MENINOS!
Juntem-se à conversa. Venham! Estão convidados! 
Qual a característica
que mais apreciam ou detestam no sexo feminino?
Não sejam timido(a)s ou envergonhado(a)s!
Fico, curiosa, aguardando as vossas divagações.


quinta-feira, 12 de abril de 2012

! Selo Lindo !

Um selo, deveras simpático, oferecido pela querida Esparvoada Assumida.


Este selo vem acompanhado de 4 regras que os destinatários devem cumprir, caso aceitem o selo.
1. Escolher 5 blogs recentes com menos de 200 seguidores para atribuir este selo;
2. Mostrar o agradecimento a quem atribuiu o selo fazendo um link para o seu blog;
3. Colocar o selo no blog. Listar os bloggers a quem se atribui o prémio com os seus links. Deixar comentário nos seus blogues para que tenham conhecimento do selo;
4. Partilhar 5 factos aleatórios acerca da nossa pessoa que as pessoas não sabem ainda.

As minhas escolhas são:

-Quanto aos 5 factos aleatórios aqui ficam:

  1. Muito curiosa; 
  2. Tive o 1º namorado com 17 anos e meio;
  3. Calço o 35;
  4. Sou uma nabiça com os computadores;
  5. Gosto de sorrir.
Para os outros queridos e queridas blogueiras, quanto a mim, guardadora de tão lindo selo, se gostarem façam o favor de o levar e depois venham cá dizer as 5 coisitas aleatórias sobre vós. Fico a aguardar.
 

A Pesca

 
A grande maioria das pessoas não gosta da caça, das touradas e outras actividades que envolva o sofrimento e a matança dos bichinhos.
Também me causam calafrios.
Ingiro  animais já mortos e vegetais que presumo ainda vivos conforme já postei aqui.
Agora a pesca, que fez as minhas delícias de criança, é considerado uma área à parte. E porquê?
Passo a explicar:
Mesmo os vegetarianos e amigos das causas animais, de louvar tenho a constatar, e outros mais distraídos parecem não se lembrar que a pesca é a caça dos mares, oceanos e rios.
Enquanto na caça, selvajaria para muitos, nos quais me íncluo, os animais vivem no ambiente terrestre ou aéreo, mas igualmente selvagens, na pesca, o habitat é a água. Os peixes vivem em perfeita liberdade e harmonia com a natureza, e nós presenteamos-los com a morte por  asfixia, pior fim que o choque rápido dado a outros animais.
Já não falo da piscicultura. Debruço-me sobre os peixinhos, mariscos e familiares aquáticos que tão bem nos sabem e fazem a dieta de muitos fundamentalistas da alimentação.
Na caça há regras estritas, nem sempre respeitadas, na pesca também há leis, mas parece que ninguém se importa de comer um belo dum salmonete pescado selváticamente, livre até ao ser apanhado nas malhas dos homens.
Porquê, então tanto alarido pela forma como se criam e abatem os seres vivos de criação?
Eu, sou sincera, considero-me uma predadora envergonhada e não faço distinção entre uma galinha ou um pargo. Alimento-me para sobreviver, mas com as entranhas a inquietarem-me.
São discussões que se querem ganhar, mas não há volta a dar. O Homem está no topo da cadeia alimentar e somos piores que pragas de gafanhotos.
Não olhamos a meios para atingir os fins. Basta olhar como destruimos o Planeta Azul para nosso bel prazer.
Chega de argumentações fictícias!

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Desapego

O nada! O desapego!
Assustam-me! Sempre me agarrei a alguém, a alguma ideia, a qualquer sonho, a um objectivo que clamavam por mim. Persegui sonhos, tomei decisões em nome do ''Tudo' que fazia sentido. Melhor, fazia parecer.
Renunciar pode implicar dor e os nossos sentidos dizem-nos para fugir dela.
E se preciso do desapego, da sua prática para me encontrar?
Sinto urgência em ir mais além do que tenho tentado preservar com tanto esforço.
A noção de que o que tenho, o que sou, o que penso que me define, não chega.
Tu não me completas, o teu amor não me sacia. Necessito de ir além de ti.
As respostas talvez se encontram na insignificância, na fragilidade, na carência, na fraqueza, na vulnerabilidade do meu ser, que é nada.
As tuas respostas não as posso tomar como minhas, não me elevam, não são propicias ao meu crescimento.
No desapego preciso de começar, de novo, de experiêncais e soluções simples. Do nada quero partir . O Tudo não é meta.
As exigências toldem-me os movimentos e os pensamentos. Recuso-as, dou preferência ao nada.
Tem de existir razões, mesmo insignificantes, que lembrem o 'Eu'.
Recomeçar é preciso!
Preciso para viver...


terça-feira, 10 de abril de 2012

Despedida

 
COMO TE DIZER ADEUS SE:
  • As tuas mãos ainda se fazem sentir nas minhas?
  • O morno dos teus lábios ainda não arrefeceu?
  • As tuas palavras ecoam no meu ser?
  • A tua sensatez venceu a minha ilusão?
  • Os teus olhos ainda procuram os meus?
  • A tua presença é palpável?
  • A tua respiração se prende na minha?
  • Os teus desejos encontram casa em mim?
  • O teu coração ainda se encontra à minha guarda?
  • O teu equilibrio balança nos pratos da promessa?
  • Os teus dedos me continuam a seduzir?
  • A tua boca, única, me toma o fôlego?
  • O teu 'agora' é o meu 'hoje'?
  • O teu jeito me desconcerta?
  • És o meu sonho perfeito?
  • A tua desenvoltura me arrebata?
  • O teu corpo quente se refresca nas minhas fontes frescas?
  • O teu pensamento vem, sem autorização, encontrar-se com o meu?
  • A tua baía é a minha praia?
  • O teu 'eu' despertou-me do sonambulismo?
  • Tu existes em mim?

Amor, Sempre !


  "O amor romântico é como um traje, que, como não é eterno, dura tanto quanto dura; e, em breve, sob a veste do ideal que formámos, que se esfacela, surge o corpo real da pessoa humana, em que o vestimos.
O amor romântico, portanto, é um caminho de desilusão.
Só o não é quando a desilusão, aceite desde o príncipio, decide variar de ideal constantemente, tecer constantemente, nas oficinas da alma, novos trajes, com que constantemente se renove o aspecto da criatura, por eles vestida."
Fernando Pessoa

Ilumina-me !

Porque gosto da Luz!
Porque o ontem não está aqui!
Porque ainda não vislumbrei o amanhã!
Porque o hoje me dói!
Porque a fragilidade é a minha confidente!
Porque as palavras revelam-se insuficientes!
Porque o silêncio ensurdece-me!
Porque os pensamentos tropeçam!
Porque a dúvida não me abandona!
Porque o tragar se torna asfixiante!
Porque a existência se revela sombria!
Porque o respirar se torna incomportável!
Porque os odores não se apagam!
Porque as recordações me debilitam!
Porque o 'eu' não se aquieta!
ILUMINA-ME!

segunda-feira, 9 de abril de 2012

S E R E S - V I V O S

Somos omnívoros o que significa que não somos esquisitos no que se relaciona com a alimentação.
Estamos providos de um sistema digestivo que assimila os nutrientes de qualquer ser vivo que comamos.
Por falar em seres vivos podemos categorizá-los em dois grandes grupos:
-Animais.
-Plantas.
Temos como ponto assente que, por definição, ser vivo é um ente que nasce, cresce, reproduz-se e morre.
Na nossa alimentação associamos plantas e animais conforme os costumes e a variedade à nossa disposição.
Hoje em dia, proliferam os vegetarianos e suas variantes que vão até aos vegan. Como não sou expert na matéria, fico-me por aqui na classificação dos humanos segundo o tipo de alimentação.
Porém, vou mais além na diferença entre plantas e animais e na razão que porque vos faço perder um tempo ao lerem estas linhas.
Muitos fazem do 'ser vegetariano', ou similar, um modo de vida. Invocam razões de saúde, religiosas e até de sofrimento dos animais que se comem. Pois bem, os estudos ciêntificos ora lhes servem de suporte ora os contrariam.
Quanto ao sofrimento da criação de animais para abate, não concordo, mas como-os. É verdade que quando saboreio uma coxa de frango ou um pedaço de picanha os animais que lhe estiveram na origem estão mortos e cozinhados.
Em relação aos vegetais, comecei a imaginar, e baseando-me em estudos que concluem como certo as plantas 'gostarem' de música e da nossa conversa paciente para com elas, que trinco alfaces vivas, tomates a sangrar, macãs que se esvaem no seu suco.
Enfim, sou tomada por um sentimento de culpa, pior do que assassinar um animal para depois comê-lo é comer um ser ainda com vida a palpitar.
Lá por não terem boca, quem disse que os vegetais e seus familiares não sofrem e não gritam à sua maneira?
Tudo isto porque o mfc nos presenteou, hoje, com a sua árvore decepada.
Obrigadinho, mfc, por reduzires a minha dieta a leite e derivados
(Não sofrem quando lhes extraem o leitinho, pois não?)



A Luz !


Desde que me conheço sempre fui uma pessoa diurna.
Funciono melhor de manhã.
Gosto de tratar das complicações da vida durante a parte do dia com luz.
Até prefiro o nascer do sol, o amanhecer.
Já disfrutei, em muito maior número, do Ocaso do que do seu levantar,
mas estes têm uma luz diferente, especial.
Não sei explicar, talvez porque um novo dia que se faz presente,
talvez porque tudo mostra a sua crua nudez.
A escuridão, ou a ausência de luz,
nas suas sombras,
revela  uma negritude, que pode ser sedutora.
A Lua, tenho-a por amiga,
contudo não se compara ao meu companheiro Sol.
A Luz, o despertar, convida à ação, 
a sombra convida ao descanso.
Gosto de acompanhar os ritmos da luz que
quase não se percebem nas grandes cidades.
Por gostar tanto do dia e da sua luz,
a noite
 e as suas estrelas têm um brilho especial, encantador.
Seja qual for a hora há sempre luz!
Eu, continuo a preferir o dia.


domingo, 8 de abril de 2012

Casa !

Casa, lar, ninho, cantinho, casota, domicilio, morada, palhota, telhado, ..., inumeráveis as espressões para nos referirmos à nossa casinha. Casinha como lugar onde somos mais autênticos, nos podemos refugiar do Mundo.
Ainda na barriguinha da mãe já nos encontramos acolhidos num meio quentinho onde tude se propicia ao nosso bem estar e desenvolvimento.
Aquando do nosso nascimento , um lar nos espera com os seus elementos que aprendemos a conhecer e amar ( não é para todos, infelizmente).
Com o nosso crescimento podemos mudar de casa, de localidade, de País e até de Continente. A vida e as suas peripécias vão-se desenrolando e nós andamos, como se costuma dizer, 'com a casa às costas'. Outros, quiçá, mais sortudos, nascem, crescem e por aí ficam até que a morte os venha chamar.
No meio disto tudo, e dando de barato as diferenças entre as expressões utilizadas no inicio, onde é a nossa CASA?
-Onde moramos?
-Onde nascemos?
-Onde se encontra o nosso coração?
- Onde se encontra o nosso pensamento?
-Onde se encontra o nosso desejo?
-Onde se encontra a família?
-Onde nos sentimos felizes?
Quando e onde podemos dizer, descansadamente, "Estou em Casa!", eis uma questão que não sei responder.





quarta-feira, 4 de abril de 2012

Ofereço-te ... queres ?


Este é o meu selinho.
Confesso que não sou muito virada para os selos, mas não resisti a criar um.
Ofereço a todos os meus amigos e amigas blogueiro(a)s.
Dar-me-ás uma enorme honra se o levares para o teu blogue.
Como a ostra vai fechar, a net ficará inacessivel durante uns dias e, eu, ficarei mergulhada na escuridão.
Talvez reapareça mais polida, mais perfeitinha ou, quem sabe, com maiores irregularidades.
De qualquer das formas, deixa a tua mensagem e, se for o caso, regista que aceitaste a minha oferta.
Eu visitar-te-ei assim que a minha concha o permitir.

terça-feira, 3 de abril de 2012

* Sabedoria *

" O sábio nunca diz tudo o que pensa,
mas pensa sempre tudo o que diz "
Aristóteles
Sempre ouvi dizer que temos duas orelhas (ou ouvidos) e uma só boca por algum motivo. Todos já o adivinhámos, escutar o dobro - no mínimo - do que se fala.
Tenho, cá para mim, que o saber escutar, não fingir ouvir, é uma grande virtude, uma das maiores. E, não é para todos.
Gostamos de dar a nossa opinião, contar as nossas histórias, interromper o discurso dos outros sem darmos conta.
O estatuto de sábio, relativo como todos as 'etiquetas', é um valor perseguido por muitos, chegando a auto-intitular-se como tal.
Apesar de todas as divergências, identificamos como sábios quem atingiu um patamar que nós almejamos pela segurança e sabedoria intrínseca.
Não é para quem quer. Envolve humildade e reconhecimento da própria ignorância. Há-os, imortalizados, na nossa História. Podemos identificar-nos com eles chegando a citá-los, ou nem por isso.
Creio que também o somos quando, conhecendo o que somos, respeitando e ouvindo os outros, sem paternalismos, sabemos onde nos situamos na estrada da vida e sabemos o suficiente para ter a coragem de ser feliz. Sempre fiéis a nós próprios!


segunda-feira, 2 de abril de 2012

O Medo

" A esperança é um alimento da nossa alma,
ao qual se mistura sempre o veneno do medo "
Voltaire
O medo é uma reação tão natural como a sede. É uma resposta (saudável) a uma experiência sentida como um sinal de alerta. Também pode ser um aviso sempre que nos aproximamos de situações que nos recordam situções mais ou menos dolorosas arquivadas na memória.
Somos animais racionais - a nossa relação com o medo prova-o-, e, assim, pensamo-lo, quando ele se torna muito intenso, fugimos dele.
Dos medos mais comuns, o medo diante de tudo o que é novo ou estranho não é um medo estúpido da natureza humana, mas um medo 'animal' que ajuda à sobrevivência das espécies.
Surge em todas as circuntâncias que desconhecemos: uma pessoa nova, um sentimento não experimentado, uma situação estranha entre tantas novidades que povoam o nosso quotidiano
Mas, o mais estranho não se relaciona com o choque do desconhecimento dos outros, está ligado com o que eles permitem que nós identifiquemos como estranho dentro de nós. E, ter medo do invulgar dentro de nós pode levar-nos à 'loucura'.
A angústia diante do diferente não é um medo necessáriamente mau. Serve-nos de conselheira, orienta-nos e torna-nos mais vigilantes e atentos.
Esta reação gera, geralmente, alguma insegurança em todos nós. Porém, pode tornar-se muito estimulante desde que consigamos reagir a ela com determinação, coragem e conscientes.
Saber da existência do medo e reconhecê-lo é o primeiro passo para o tratarmos por 'tu' e transformá-lo em nosso amigo. 

Tolerar vs Aceitar

Somos únicos, apreendemos a realidade com os nossos sentidos e damos-lhe significado com os conhecimentos acumulados na nossa 'base de dados' e somos seres sociais.
Até aqui nada de novo.
Continuemos.
Tolerar, um verbo que tentei conjugar no modo 'post', tempo passado, na primeira pessoa. 
Os vossos comentários, o tempo e eu, levaram-me a repensá-lo e associá-lo ao verbo aceitar.
Podem parecer da mesma família, mas só se forem parentes afastados, de tronco comum talvez só nos primórdios.
Tolerar necessita de aceitação, embora contrariada. Temos de tolerar, por questões sociais, laborais ou apenas de conveniência, mesmo que discordemos, até contrariados. É um aceitar forçado, logo não autêntico.
Preferimos o que nos é agradável, o que se parece mais connosco. Então, aceitamos.
Aceitar pressupõe uma oferta, doação, desta forma, mais prazenteiras e voluntárias.
Se imposto, regulado, fruto de regras e leis, viramo-nos para o tolerar, o aceitar com custo, quase um dever.
E, obrigação é coisa que não toleramos, afinal somos bichos munidos de livre arbítrio, por isso escolhemos.
Pela negativa, optar entre a intolerância e a não aceitação: quase não precisamos de racionalizar, é semi-instintivo.
Aceitar, o verbo a conjugar, em detrimento do tolerar.
(Aceitando o politicamente incorrecto penso-me intolerante em pequenos nadas.)

domingo, 1 de abril de 2012

Filme

Martin Scorsese + Di Caprio + Prisão / Hospital Psiquiátrico + Experiências Médicas Ilegais+Pós 2ªGuerra = Filme ???
P.S. Fiquei com a cabeça zonza, foi da ação da trama ou da trovoada?

As Estrelas !

Quantas vezes, talvez mais que as desejáveis, nos sentimos escuros por dentro, tomados por um cansaço que dói.
Mesmo quando nos sentimos indolentes, a Natureza não se cansa: o mar continua em  movimento,..., e, todas as noites, as estrelas"'acendem-se", apesar dos nossos "tanto Faz".
Desconheço a orientação pelas estrelas, fico-me pelo reconhecimento da Estrela Polar e pouco mais. Desorientada fico ao atravessar o escuro e a noite. Mas, ao navegar pelos recantos mais 'escuros' do pensamento, fui percebendo que...sem o escuro da noite a luz das estrelas empelidece.
Acredito que não é o escuro que nos demove, mas o modo como ele aviva a falta de pontos de luz, ao pé de nós.
Façamos um exercicio que afasta a negritude: olhando para o céu, elejamos as estrelas que se 'acendem' só para elas.
A reter e nunca esquecer:
É o escuro que desvenda a luz das estrelas !

sábado, 31 de março de 2012

Sugestão...

Convite!
Quem ande por esta zona, venha dar uma espreitadela.
O pão, cozido em forno de lenha, é imperdível.
O queijo, amanteigado ou mais curado é de comer e chorar por mais.
A manteiga de ovelha é viciante.
O vinho, esse, impossibilitou-me de conduzir.
Provem o moscatel da região.
Apreciem os cavalos, as ovelhas e os carneiros que me impressionaram pelo seu tamanho.
Se não quiserem gastar dinheiro,podem ficar pelas 'provas', garanto-vos que ficam lanchados.
Bom apetite!

Viva os produtos regionais portugueses!

sexta-feira, 30 de março de 2012

Tolerar

O ponto de tolerância varia tanto quanto as pessoas. Pode-se tolerar uma conversa enfadonha, os desabafos que os nossos ouvidos tendem a ignorar, as birras de alguns pequenos e graúdos.
 (Pode-se tolerar se assim o quisermos.)
Mas, e a tolerância a nós mesmos? Amamo-nos o suficiente para tolerarmos comportamentos e pensamentos nossos, alvos de auto censura?
A tolerância está relacionada com a confiança e a aceitação.
Aceitarmos e estarmos disponíveis para os outros e para nós próprios não é missão  fácil.
A frustação é , frequentemente, mais aceite, que o caminho lento  e paciente do verbo tolerar.
Por desleixarmos essa estrada, mais tortuosa, desembocamos em locais de difícil retorno como a tristeza, a melancolia, a intolerância que tem o seu cume máximo no fundamentalismo, e até na depressão.
Tolerar!
Um verbo a conjugar!
Um exercício a praticar com a compreensão, a paciência e o amor por instrutores.

A C R E D I T A R

Recomeçar - Carlos Drummond de Andrade

A Água

Dependemos dela. Somos constituídos por ela.
Visível, de que maneira e  de diferentes formas, na mãe Natureza, só damos pela sua presença, no nosso ser, aquando da satisfação de necessidades básicas, do suor que teima em nos incomodar, pelo esforço ou pelo calor, ou quando temos uma sede incontrolável. 
Tão grande este desejo de ingerir uma água pura, cristalina que nos sacie de forma a libertarmos o consciente para se debruçar sobre outros campos.
E a água que nos molha, por vezes encharca, quando desprevenidos somos surpreendidos pelas suas gotinhas. Mesmo depois de abrigados, fica-nos aquela sensação de frescura, o aroma líquido da água.
Uma boa chuvada rega campos, limpa estradas e tem o condão de mudar o nosso humor.
Associamos várias vezes a tristeza, a melancolia, ao inverno da vida. Porque chove, cada vez mais, em tempos não esperados, deixemos que a chuva caia, o rio extravase o seu leito, o mar nos arrebate com as suas ondas e nós sejamos purificados.
Que tudo o que de sujo se acumulou em nós seja levado pela ação depuradora da água. Que escorra! E com ela leve a nossa parte mais sombria, para podermos brilhar, com o nosso esplendor, limpinhos, graças à água.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Amor é...


Pecados Capitais

Num dos meus passeios deparo-me com os 7 pecados capitais.
Como a curiosidade é uma das minhas caracteristicas, vamos ver onde me levou:
- Os sete pecados são :
Um pouco de históriaTrata-se de uma classificação de condições humanas conhecidas atualmente como vícios que é muito antiga e que precede ao surgimento do cristianismo mas que foi usada mais tarde pelo catolicismo com o intuito de controlar, educar, e proteger os seguidores, de forma a compreender e controlar os instintos básicos do ser humano. O que foi visto como problema de saúde pelos antigos gregos, por exemplo, a depressão (melancolia, ou tristetia), foi transformado em pecado pelos grandes pensadores da Igreja Católica.

 Assim, a Igreja Católica classificou e seleccionou os pecados em dois tipos: os pecados que são perdoáveis sem a necessidade do sacramento da confissão, e os pecados capitais, merecedores de condenação.

E, para finalizar, o que me apetece dizer: Fiquei surpreendida por merecerem condenação. Quem somos nós para o fazermos? De julgamentos está o Mundo cheio, penso já bastar.
Depois, penso que há pecados muito, mas mesmo muito piores (só da minha opinião se trata, claro está).
Acredito que, ainda vendo no prisma religioso ou cristão, o maior pecado é não amar os outros como a nós mesmos. Sem amor, meus caros e caras amigas, aí sim! Estamos todos condenados.
O resto, até podem ser consideradas virtudes, conforme as circunstâncias.
Isto tem muito que se lhe diga, ou talvez não.
Fonte wikipédia